O comodismo e o medo da mudança, talvez sejam as ancoras
mais danosas ao ser humano.
Pois um dia você acorda e percebe que nenhum vento, sopra a
favor de quem insiste em permanecer ancorado.
E que o percurso da viagem é mais interessante, para nosso
desenvolvimento do que a própria chegada.
Percebe, que até uma árvore é capaz de sobreviver a longas
viagens e adaptar-se a novos ambientes.
Descobre, que barcos foram feitos, para navegar e que a
mudança é permanente, mesmo estando parado como uma planta.
Permaneça imóvel, se quiser ser lembrado por beber água da
chuva e nutrir-se do solo.
Mas se preferir, forjar seu própria história...
Recolha sua
ancora e lance seu barco ao mar, pois o principal sentido da vida, é dar
sentido a ela todos os dias e descobrir, que até mesmo uma árvore faria isto,
se tivesse escolha.
Edegar Oliveira


