Dinheiro x Conquistas
Diante do consumo desenfreado,
dos dias atuais, muitos de nós não consegue resistir as tentações, criadas da
noite, para o dia.
Produtos e serviços, que você
nunca ouviu falar, tornam-se quase que instantaneamente, indispensável em sua
vida.
O fato é, que enquanto estamos
repousando nossa cabeça no travesseiro, os Marketólogos estão a todo o vapor,
criando novas necessidades.
Talvez um dos grandes desafios
nos dias de hoje, seja identificar nossas reais necessidades, para evitar com,
que você compre uma moderníssima bicicleta ergométrica, e três semanas depois,
ela esteja sendo anunciada em um desapego qualquer, pela metade do preço pago.
Conhecer a si mesmo, pode ajudar
nesta decisão, será que eu realmente preciso disso ou daquilo, vou mesmo fazer
uso deste objeto que estou adquirindo, não estou somente querendo impressionar
meu vizinho , ou então simplesmente aproveitar o preço.
Se estiver se reconhecendo neste
texto,recomendo, que conte até dez, antes de efetivar a próxima compra.
Certa vez alguém me disse, “Quando
estiver ganhando bem, economize, o dia, que estiver ganhando mal, economize mais ainda”.
Costumo dizer, que “O que faz a
diferença não é o quanto você ganha, mas sim o quanto deixa de gastar com
coisas, que você não precisa”.
Ainda criança durante uma reunião
da Tapware, vi a senhora minha mãe comprar todos os produtos disponíveis
naquele dia, que pudessem ser utilizados no microondas, o detalhe interessante,
é que ela só veio a ter um destes eletrodomésticos 6 anos depois.
Outro dia durante uma conversa
com o estudante de Engenharia Civil na UPF, o jovem Jean Marcel Vanzela, ouvi uma das
frases mais interessantes neste contexto de consumo, após pergunta-lhe porque
tanta aversão a compras a prazo.
“Credito Endivida, Dinheiro Enriquece”,
respondeu ele.
Na verdade foi uma colocação
muito pertinente por parte do futuro engenheiro, uma vez, que o produto mais caro vendido no Brasil é o próprio Dinheiro.
Fica aí um bom motivo, para você contar até dez, na próxima vez, que
estiver fazendo compras no shopping center.
Edegar A. De Oliveira


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